Universidade de Gante (bélgica) quer pesquisar reino do Kongo

A universidade de Gante, do Reino da Bélgica, pretende estabelecer parceria com centros de pesquisas angolanos para trabalhos académicos/científicos sobre a fase inicial da criação do reino do Kongo, no período entre os séculos XV a XVII.

A intenção foi manifestada nesta sexta-feira, em Mbanza Kongo, província do Zaire, pelo embaixador extraordinário e plenipotenciário do Reino da Bélgica em Angola, Jozef Smets, durante um encontro de trabalho com membros do governo local.

O diplomata recordou que, em 2018, foi assinado um memorando de entendimento entre a Universidade de Gante e o Instituto Angolano do Património Cultural, para o lançamento do projecto de pesquisa arqueológica, em Mbanza Kongo, antiga capital do Reino do Kongo.

O embaixador não avançou datas para o início desta fase de trabalhos arqueológicos neste centro histórico inscrito na lista do Património Cultural da Humanidade da UNESCO, a 8 de Julho de 2017.

Entretanto, vários outros trabalhos arqueológicos foram realizados nesta cidade, nos últimos cinco anos, sob os auspícios do Governo de Angola, no âmbito do projecto “Mbanza Kongo, Cidade a Desenterrar para Preservar”, que culminou com a sua inscrição na lista de património mundial da humanidade.

O embaixador cumpre, desde quinta-feira, uma visita de trabalho de três dias a cidade de Mbanza Kongo, a primeira deslocação para o interior do país, desde que chegou a Angola há sensivelmente dois meses.

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